EMPRESA
ESTUDO SINTÉTICO
ENGENHARIA DE SISTEMAS NO MUNDO
(Quanto custa a um País não possuí-la)
Objetivo: Este estudo visa levantar o papel da Engenharia de Sistemas, no contexto de uma nação, desde as primeiras necessidades oriundas de sua descoberta, quando da construção de uma vila pioneira com simples cabanas, até a elaboração do projeto global para uma cidade ou uma nação. As transições serão suaves entre todas as modalidades de Engenharia existentes, onde quer que se apliquem no referido projeto, os conceitos de junções ou interface.
A junção de todas as possíveis Engenharias num projeto único e harmônico constituirá o objetivo final da Engenharia de Sistemas.
Só através da Engenharia de Sistemas, garantiremos a transição harmônica entre os diversos ramos da Engenharia. Desta forma poderemos garantir a operação ou funcionamento otimizado de uma cidade ou nação que, com seu projeto pronto, necessitará apenas investir na Engenharia de Manutenção, ficando as futuras alterações por conta dos ajustes naturais à sua expansão.
INTRODUÇÃO
Na constituição de qualquer sistema, faz-se necessário a elaboração de vários projetos por parte dos agentes idealizadores.
Na elaboração de cada projeto, um planejamento completo e acurado permite deixar transparecer os pontos de junção e/ou interface dos sistemas; a suavidade entre os pontos de junções e interfaces só será atingida com aplicação da Engenharia de Sistemas.
A não observância das descontinuidades entre os diversos micro-sistemas resulta, em alguns casos, na impossibilidade de operação harmônica do sistema em si, salvando-se apenas os casos em que os micro-sistemas decorrerem de projeto com planejamento acurado e controle de qualidade eficaz. Nestes casos, e só nestes casos, as interfaces se fazem harmonicamente, mantendo suaves os pontos de casamento entre os sistemas.
A não observância do plano global, onde variáveis internas e externas são levantadas e analisadas no contexto do projeto para manter vivos e implantados estes sistemas, resulta no desgaste de toda uma vida tentando aperfeiçoar-lo, sem possibilidade de atingir sua conclusão plena e satisfatória.
Neste caso incluímos a maioria dos projetos de áreas urbanas em países do chamado 3º mundo.
Apesar de podermos citar algumas cidades brasileiras como de projeto exemplar, não podemos citar nenhuma que possa se caracterizar como tendo um projeto pronto, vivendo apenas suas fases de operação e manutenção.
Para efeito deste estudo, consideramos como projeto pronto, aquele que resistiu à sua inauguração e viveu o primeiro lustro sem necessidade de remendos, reformas e ajustes de última hora. Só os projetos que atendam aos objetivos globais do sistema, onde todas as fases de planejamento foram cumpridas, do nascimento à morte, por obsolescência da vida útil planejada, podem ser dados como prontos.
FASES DO SISTEMA
O sistema obedece às fases naturais de uma vida, indo da fase de idealização às fases de planejamento, anteprojeto, projeto, implantação, homologação, nascimento, vida, manutenção, degradação, obsolescência e/ou morte.
Cada fase terá o nível de qualidade proporcional à capacidade de planejamento global de cada sistema, sendo sua precisão medida pelos níveis em que os ditos planejamentos forem atingidos (nível de sistema, nível de subsistemas, nível de anteprojeto, nível de operação, movimento ou micro movimento).
A finalidade será atendida com a medida do conhecimento da operacionalidade do sistema no campo e de sua comparação com todos os preceitos teóricos disponíveis naquele momento, que foram utilizados quando do seu planejamento.
Um sistema estará sempre na dependência tecnológica do momento, da capacitação técnica do grupo em implantá-lo, mantê-lo e da garantia de sua aplicação no campo. Isto é verdadeiro sempre que atendemos aos preceitos de uma Engenharia de Sistema Global.
TIPOS DE SISTEMAS
Antes de caracterizarmos os vários tipos de Sistemas cabe lembrar que, no contexto de uma Engenharia de Sistemas Globais, as atividades humanas e todas as suas necessidades se encaixam, naturalmente, em um outro tipo de engenharia, indo desde a Engenharia Social à Engenharia Política, bem como em todas as outras possibilidades de Engenharia que trate dos problemas do homem e possa ser caracterizada como uma Engenharia Humana.
A- Sistemas tipo 1: São aqueles que tratam apenas de um tipo de engenharia; caracterizam-se por resolver um problema isolado para um ser ou grupo de seres.
B- Sistemas tipo 2: São aqueles que tratam de mais de um tipo de engenharia, mas polarizados no atendimento privilegiado de um grupo específico de pessoas.
C- Sistemas tipo 3: São aqueles que tratam de vários tipos de engenharia, privilegiando uma comunidade ou uma nação (neste sistema já se inclui a Engenharia Social).
D- Sistemas tipo 4: São aqueles que tratam de vários tipos de engenharia, privilegiando o povo e o ambiente de uma Nação (neste sistema já se evita a destruição dos eco-sistemas naturais).
E- Sistemas tipo 5: São aqueles que tratam de todos os tipos de engenharia disponíveis na face da Terra, prestigiando o HOMEM E SEU HABITAT (neste sistema, já entrará o conhecimento de Engenharia Humana).
F- Sistemas tipo 6: São aqueles que tratam de tipos de engenharia disponíveis no UNIVERSO, prestigiando o HOMEM E O MUNDO (neste sistema, estaremos no limite de conhecimento naquele instante).
Para efeito da Engenharia de Sistemas e de sua aplicação, é necessário apenas responder a uma simples pergunta: sob que tipo de sistema vivemos? Da resposta teremos o estágio em que se encontra um ser, uma comunidade, uma nação, um grupo de nações e, finalmente, o mundo.
Para efeito de uma possível solução no tempo basta, apenas, caracterizarmos o estágio em que nos encontramos e aplicar todos os conceitos e técnicas de Engenharia de Sistemas, para saber da possibilidade de evolução de um tipo a outro de Engenharia ou da aplicabilidade isolada de um dos tipos antes da partida para o novo projeto.
Uma solução provável para avanço do estágio atual do mundo só será viável com o advento das variadas soluções possíveis de serem alocadas com o MAPEAMENTO DO HOMEM NO UNIVERSO e da sua capacitação em ver as ocorrências sistêmicas, internas e externas ao seu ser, adquirindo a visualização precisa do que viria a ser um passeio mental e prático, indo do ponto em que se encontra até os limites de sua mente e voltando à sua realidade, até adquirir consistência sistêmica.
O mundo passará a ser visto como um sistema único e com o mínimo de deformação. É aceitando seus limites mentais e aproveitando neste estágio o seu poder de ir e vir que o homem estará apto à sua primeira viagem do zero até o limite de sua mente e a admitir que outro ser ao seu lado receba o bastão para um novo limite e assim, sucessivamente, até que atinjam os pontos naturais de saturação e estabilidade sistêmica que esperamos possa ocorrer num infinito bem mais distante. Tudo embutido nos novos conceitos da COSMICIDADE, mesmo que infinitesimal, do elemento humano.
Para efeito deste trabalho não necessitamos de nenhuma comprovação mais acurada, visto que não pretendemos vender fantasias nem soluções especiais; podemos visualizar no campo toda a sua existência e todo o dispêndio de inteligência por parte dos grandes cérebros da humanidade em ver cada vez mais à frente e em solucionar cada vez mais as angústias dos povos das várias nações. Uma série de grupos, credos, religiões, tipos de governos, formas de ser, tipos de igrejas, e tudo o mais que possa a vir a ajudar o homem em torno de si, já foi e continua a ser estudado e desenvolvido pelos cientistas, filósofos, teólogos etc.
Observamos, no entanto, que apesar de tudo e de todos os estudos e descobertas, o homem se esqueceu de ver, no conceito de sua idiotia plena o trabalho de tantos milhões de homens que por este planeta já passaram, deixando sua contribuição. Em respeito a todos esses homens e pelo amor ao próprio homem trabalhamos, o tempo e o espaço apenas com a OBSERVAÇÃO.
UTILIZAÇÃO DO CONCEITO DE SISTEMAS
A aplicação destes conceitos servirá para classificar o estágio em que se encontra um sistema ou grupo de sistemas dentro do universo visível ao homem. Podemos saber em que tipo de sistema nos encontramos e em que tipo de sistema se encontra nossa elite, povo, comunidade, estado, nação. Como exemplo, falaremos apenas dos tipos de nações que existem atualmente no globo terrestre.
TIPOS DE NAÇÕES
Existem no mundo atual Nações que atendem aos sistemas dos tipos 1, 2 e 3.
Não temos notícia de uma nação tipo 4, apenas movimentos esporádicos em torno de sua necessidade para uma possível existência futura.
A grande maioria das nações ainda se encontra em estágio primário de desenvolvimento, estando na transição do tipo 1(um) para o tipo 2(dois), vivendo ainda na fase de slogans e de promessas para o futuro.
As nações ditas do 3º mundo, na realidade, encontram-se vivendo com sistemas do tipo 1 e 2, sem chances de passagem rápida para o sistema tipo 3, visto constituírem a maior aberração em torno de sistemas humanos; SUA ELITE é intelectualmente pobre, e isso se constitui em sua maior desgraça; o pior pobre é aquele que possui poder e dinheiro. Para estas Nações, o primeiro passo será tornar a elite culturalmente rica, de forma que elas adotem sua pátria e seu povo.
As nações ditas do 1º mundo, estas sim, estão no 3º estágio de desenvolvimento, lutando por uma ascenção urgente, visto que a elas caberá reger o destino das outras nações.
Nações do tipo 4 provavelmente virão por imposição do próprio poder destrutivo do homem e de sua busca constante pela vitória; no entanto, se fosse possível disponibilizarmos, mesmo que como exercício primário, noções já aplicáveis de Engenharia Humana, haveria uma possibilidade de acelerarmos a passagem ao tipo 4.
As nações do dito primeiro mundo têm desenvolvimento apenas tecnológico, estando ainda em estágio primário em torno de engenharia de sistemas globais. Ainda se encontram discutindo modelos de comando, justiça social, sem no entanto ter domínio do seu sistema de forma integral.
Nações do tipo 5, ainda não existem com condições propícias em nenhuma parte do nosso planeta. Supõe-se que, com a evolução do ser humano, seja possível a existência de NAÇÕES deste tipo.
OBSERVAÇÃO FINAL
Neste estudo procuramos sintetizar a posição do HOMEM, e sua contribuição à elaboração dos sistemas. Esperamos que para compreendê-lo baste ao leitor lucidez sistêmica sensatez e estabilidade emocional. Como todos os sistemas decorrem do homem, da sua inteligência e de sua capacidade evolutiva, esperamos não ter esgotado, nesta síntese, todo o assunto. No entanto, deixamos o leitor livre para questionar sobre o nível do seu ser, o porquê dos círculos em torno do vazio, do estágio em que se encontra sua comunidade, seu País, enfim, questionar o princípio e o fim do seu sistema e de todos os sistemas que, em última análise, é o objetivo fim da ENGENHARIA DE SISTEMAS.
Como exercício deixou para o leitor três questões para reflexão:
QUAL É O TIPO DE SEU SISTEMA?
QUAL É O TIPO DE SISTEMA DE SUA COMUNIDADE?
QUAL É O TIPO DE SISTEMA DE SEU PAÍS?
QUAL O TIPO DE SISTEMA DA SUA EMPRESA?